terça-feira, 15 de março de 2016

Leilão da Busscar: ninguém apresenta propostas e nova rodada será realizada no próximo dia 29

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

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Ônibus da Busscar num dos últimos lançamentos para o Brasil em 2011
Resultado já era esperado já que na próxima oportunidade bens podem sair em torno de 60% mas baixos
ADAMO BAZANI
Como já era esperado pelo mercado, não houve nenhuma proposta na tarde desta terça-feira, 15 de março de 2016, no primeiro leilão dos três ativos da Busscar, que acabou agora há pouco, às 14 horas. A próxima rodada será realizada no próximo dia 29 de março.
O lance mínimo para três fábricas seria de R$ 369.305.922,65 (trezentos e sessenta e nove milhões, trezentos e cinco mil, novecentos e vinte e dois reais e sessenta e cinco centavos), sendo que:
Unidade Joinville SC – Fábrica de Carrocerias. Loc.: Joinville/SC – R$ 249.863.367,60 (duzentos e quarenta e nove milhões, oitocentos e sessenta e três mil, trezentos e sessenta e sete reais e sessenta centavos)
Terrenos R$ 66.907.818,08
Edificações e Benfeitorias R$ 36.990.282,65
Máquinas e Equipamentos R$ 113.786.760,00
Móveis e Utensílios R$ 1.118.755,00
Equipamentos de Informática R$ 589.216,00
Veículos R$ 337.350,00
Biblioteca R$ 8.753,09
Marcas e Patentes R$ 91.951,77
Desenvolvimento de Novos Produtos R$ 7.538.439,53
Projetos de Tecnologia R$ 62.011,48
Parte de Terreno – Fábrica Busscar R$ 22.432.030,00
Unidade Pirabeiraba – Joinville SC – Fábrica de Peças. Loc.: Joinville/SC –R$ 26.328.599,44 (vinte e seis milhões, trezentos e vinte e oito mil, quinhentos e noventa e nove reais e quarenta e quatro centavos)
Terrenos R$ 17.064.172,63
Edificações e Benfeitorias R$ 5.977.301,81
Máquinas e Equipamentos R$ 3.287.125,00
Unidade Rio Negrinho SC – Fábrica de Peças. Loc.: Rio Negrinho/SC. – R$ 17.976.977.48 (dezessete milhões, novecentos e setenta e seis mil, novecentos e setenta e sete reais e quarenta e oito centavos)
Terrenos R$ 5.818.256,55
Edificações e Benfeitorias R$ 4.811.054,93
Máquinas e Equipamentos R$ 7.347.666,00
egunda tentativa de leilão, que vai acontecer no dia 29 de março, que estipula os valores gerais em R$ 221 milhões 583 mil
Mas as fábricas podem ser vendidas por menos ainda se forem descontados os ativos circulantes, que são valores que a massa falida teria a receber, como restituição de tributos, por exemplo.
O mercado aposta ser muito difícil que a massa falida da Busscar consiga estes ativos circulantes na Justiça. Por isso nesta segunda tentativa de leilão, as três fábricas podem ser compradas por R$ 176 milhões 501 mil 366, se não houver lances maiores.
Assim, a fábrica de carrocerias em Joinville pode ser adquirida por R$ 149 milhões 918 mil, a planta de peças do distrito de Pirabeiraba por R$ 15 milhões 797 mil 160 e a de Rio Negrinho pelo valor de R$ 10 milhões 786 mil 186.
Pagamentos podem ser feitos em até 60 parcelas. Outras propostas também podem ser enviadas no processo de falência da Busscar que tramita na Quinta Vara Cível de Joinville.
Já foram arrematados da massa falida da Busscar Ônibus os seguintes ativos: a fábrica de peças e materiais de fibra Tecnofibras, a Climabuss – de equipamentos e refrigeração e as ações da Busscar Colômbia, empresa que atua naquele país.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Prefeitura de Porto Alegre terá de bancar diferença de tarifa para consórcio

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

onibus
Ônibus de uma das empresas do consórcio Via Leste em Porto Alegre. Outras empresas de ônibus podem entrar com ação semelhante
Valor continua em R$ 3,25 para o passageiro. Poder público terá de pagar 50 centavos por passageiro transportado a consórcio que entrou na justiça
ADAMO BAZANI
A juíza Cristina Luisa Marquesan da Silva, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Porto Alegre, atendeu pedido do consórcio Via Leste, que opera parte do transporte coletivo municipal, e determinou que a prefeitura pague em forma de subsídio 50 centavos por passageiro transportado nos ônibus da cidade por causa da suspensão do reajuste da tarifa de ônibus determinada em outra decisão judicial.
O valor foi reajustado para R$ 3,75 no dia 22 de fevereiro de 2016, mas após uma decisão judicial de 24 de fevereiro e foi confirmada após a prefeitura ter perdido recurso em 8 de março, voltou para R$ 3,25.
De acordo com a magistrada, a redução da tarifa ao valor antigo pode prejudicar a empresa e o pagamento aos funcionários. A juíza ainda diz que o consórcio venceu a concorrência pública estabelecendo com tarifa mínima de R$ 3,47
A juíza também afirma que mesmo o valor mínimo não sendo discutido pelo Conselho Municipal de Transporte Urbano – COMTU, o organismo concordou com a metodologia de cálculo apresentada na licitação.
“O artigo 9º da Lei das Concessões dispõe: ‘a tarifa do serviço público concedido será fixada pelo preço da proposta vencedora da licitação e preservada pelas regras de revisão previstas nesta Lei, no edital e no contrato’.”
O Consórcio Via Leste é formado pelas empresas VAP, Estoril e Presidente Vargas, oerando parte da zona Leste, no lote 05.
A decisão não se estende às outras empresas e cabe recurso.
Bacia Norte/Nordeste – Lotes 1 e 2: Consórcio Mob Mobilidade de Transportes formado pelas empresas Sopal, Nortran e Navegantes – cor Azul
Bacia Sul – Lotes 3 e 4: Consórcio Viva Sul formado pelas empresas Trevo, VTC, Belém Novo e Restinga – cor Vermelha
Bacia Leste Sudeste –
Lote 5 – Consórcio Via Leste formado pelas empresas VAP – Viação Alto Petrópolis, Estoril e Presidente Vargas – cor Verde
Lote 6 – Consórcio MAIS – Mobilidade da Área Integrada Sudeste formada pelas empresas Gazometro e Sudeste – cor Verde
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

segunda-feira, 14 de março de 2016

Grupo Guanabara recebe as primeiras unidades do Invictus

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

Invictus
Gupo Guanabara recebe as primeiras unidades do Comil Campione Invictus
Veículos da Comil vão circular pela UTIL em linhas interestaduais
ADAMO BAZANI
Representantes do Grupo Guanabara conheceram nesta segunda-feira, 14 de março de 2016,as primeiras três unidades do modelo Comil Campione Invictus 1200 que vão operar pela UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo S.A. em linhas nos estados do Sudeste.
De acordo com a Comil, são os primeiros veículos do modelo comprados pelo Grupo que deve adquirir mais unidades para outras viações que integram o conglomerado.
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A Comil não informou o total de veículos que vão ser comercializados até o final da negociação.
Os veículos para UTIL possuem chassi Mercedes Benz de dois eixos
Adamo Bazani, jornalista especializada em transportes

China anuncia oficialmente que terá 200 mil ônibus limpos até 2020.

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

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Ônibus elétricos devem compor a maior parte da frota de 200 mil veículos de transporte coletivo não poluentes prevista para a China até 2020. Imagem mostra frota em Shenzhen em janeiro deste ano
Segundo diretor-geral do Departamento de Transportes do País, o transporte público é a principal solução para a redução da poluição atmosférica
ADAMO BAZANI
O diretor-geral do departamento de serviço de transporte do Ministério do Transporte da China, Liu Xiaoming, anunciou em entrevista coletiva nesta segunda-feira, 14 de março de 2016, durante a 4ª sessão da 12ª Assembleia Popular Nacional (parlamento) que o país deve ter como estratégia nacional A prioridade ao transporte público para um crescimento sustentável.
Entre as metas está a implantação de 200 mil ônibus para o transporte público movidos a energia renovável até 2020, preferencialmente energia elétrica.
Segundo o governo chinês, o processo de urbanização tem de se modernizar e as questões relacionadas ao trânsito e poluição são os principais desafios.
Atualmente 50 mil ônibus com energias renováveis circulam no país, principalmente em Beijing, Shanghai, Shenzhen e Jinan.
Para a viabilização desta meta, o governo chinês deve ampliar uma série de benefícios fiscais às produtoras.
Ainda em relação aos transportes públicos, Yang Chuantang disse que especialistas e membros do setor vão debater novas regulamentações sobre os serviços de táxis convencionais e de aplicativos como o Uber e da empresa chinesa Didi Kuaidi.
“Os subsídios (atribuídos a passageiros e condutores), por parte de empresas de transporte, procuram aumentar a sua quota de mercado a curto prazo e são competitivamente injustos para os táxis … “Novos produtos chegaram progressivamente a cidades onde a relação entre a oferta e a procura não é equilibrada, causando instabilidade no mercado”, disse na coletiva.
VÍDEO MOSTRA FROTA ENTREGUE EM SHENZHEN. HÁ TAMBÉM MODELOS COM CARACTERÍSTICAS RODOVIÁRIAS DE CURTA DISTÂNCIA:
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

Auto Viação Bangu

AUTO VIAÇÃO BANGU
LINHAS: 933 Coqueiros - Fundão (Via Bangu)
743 Bangu - Barata



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Ônibus da Liberdade

Já estão em circulação a nova frota refrigerada do Ônibus da Liberdade. O projeto lançado em 2004 começou com ônibus usados operada pela Real Brasil, em 2011 passou por uma renovação de frota com várias unidades do Mascarello Gran Midi e Gran Via Midi montados sobre os chassis Mercedes-Benz OF-1418. Hoje a frota conta com unidades do Neobus Mega Plus montados sobre os chassis Volkswagen 17-230 OD motor MAN D-08 e Comil Svelto Mercedes-Benz OF-1712 Blue Tec 5.





Fórum de Dirigentes de Mobilidade no País formaliza apoio a CIDE para as tarifas de ônibus, trens e metrô

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

onibus
Atualmente, o transporte público no Brasil tem custo anual estimado de R$ 60 bilhões. Segundo IPEA, até 15% deste valor são gerados por congestionamentos. Foto: Marcelo Piu
De acordo com pesquisa ANTP/IPEA, congestionamentos aumentam em até 15% o valor das passagens. Transporte individual deveria compensar este prejuízo para os passageiros
ADAMO BAZANI
Representantes do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana apresentam nesta quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016, na Câmara dos Deputados, propostas e apoio para viabilizar a PEC que prevê a criação de uma CIDE – Contribuição de intervenção no domínio econômico municipal, pela qual a tributação dos combustíveis ajudaria no financiamento dos transportes públicos, barateando as tarifas para os passageiros.
Os municípios teriam liberdade para criação das próprias alíquotas e forma de cobrança.
Devem participar o presidente da ANTP – Associação Nacional dos Transportes Públicos, Ailton Brasiliense, e o presidente da NTU – Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos, Otávio Vieira da Cunha Filho.
O grupo vai entregar uma carta de apoio à Proposta de Emenda Constitucional. No documento, os especialistas e profissionais citam estudos da Fundação Getúlio Vargas, de 2014, que apontam que um acréscimo de 10 centavos no preço do combustível resultaria numa redação de vinte e dois centavos nas tarifas.
O Fórum, com base em levantamento do IPEA – Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, revela que os congestionamentos nas cidades podem deixar as tarifas de ônibus mais de 15% mais caras:  o congestionamento acarreta um custo adicional na tarifa para os usuários do transporte coletivo, quais sejam: São Paulo (15,8%); Rio de Janeiro (9,6%); Campinas (6,4%); Belo Horizonte (6,2%), dentre outras cidades. Isso porque os veículos de transporte coletivo gastam mais combustíveis e horas de trabalho presos no trânsito.
Assim, de acordo com o posicionamento do Fórum, a Cide municipal seria uma forma de as políticas em prol do transporte individual compensarem os maiores custos que provocam no bolso de quem usa ônibus, trem ou metrô.
Ainda de acordo com a entidade, nos padrões atuais, o transporte público no Brasil custa em torno de R$ 60 bilhões por ano, a maior parte deste valor bancada exclusivamente pelos passageiros nas catracas.
Acompanhe a íntegra da carta do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana, formalizada nesta terça-feira e elaborada após a 86ª da entidade, que ocorreu em 4 de dezembro de 2015,:
Curitiba, 23 de fevereiro de 2016.
Ao
 Excelentíssimo Senhor,
Deputado ANDRÉ FUFUCA
M.D. Presidente Comissão Especial destinada a proferir parecer à Proposta de Emenda à Constituição nº 159-A, de 2007, e apensadas (Destinação de Recursos da CIDE)
Assunto: Apoio à PEC 179-A, que cria a CIDE Municipal
Excelentíssimo Senhor,
Há algumas décadas a qualidade no transporte público frequenta a agenda de debates no setor de mobilidade urbana no país, na qual, nos últimos anos, se agregou o tema do financiamento, especialmente, no tocante ao valor da tarifa paga pelos usuários.
Para melhorar a qualidade desse serviço público essencial, além dos recursos para a operação, são necessários investimentos expressivos em infraestrutura, bem como, demanda-se recursos financeiros para conservação e manutenção da mesma.
Já a fixação de tarifas mais acessíveis tem exigido subsídios governamentais crescentes em razão do esgotamento acelerado do modelo de financiamento baseado exclusivamente na receita advinda dos usuários. Não é possível, e nem justo, que os usuários banquem sozinhos os custos de operação do sistema de transporte público.
Assim, o custo da operação do transporte público também deve contar com contribuições financeiras dos demais beneficiários desse serviço, diretos e indiretos. Por exemplo, a responsabilidade financeira das gratuidades deve ser de quem as concedeu, seja o governo federal, estadual ou municipal.
De outro lado, os setores beneficiados com o sistema de transporte para os deslocamentos de empregados e clientes, também devem participar do equacionamento dessa questão. E, especialmente, cabe considerar nessa equação, as possíveis contribuições do transporte individual motorizado que, em relação ao transporte coletivo, apresenta externalidades negativas por pessoa deslocada, como no maior volume de emissões e de uso dos espaços públicos.
Além disso, não se pode continuar a impor aos municípios a responsabilidade exclusiva de manter e conservar a infraestrutura do sistema de transporte público num esforço financeiro concorrente com os demais serviços públicos sob responsabilidade municipal.
Por outro lado, a mobilidade tem sido objeto de atenção na legislação brasileira, como a recente Lei da Mobilidade e a nova emenda constitucional, que incluiu o transporte público como direito social. Porém, tais inciativas demandam desdobramentos para superar a urgente questão financeira presente no setor.
Ao longo de todo o país, os municípios brasileiros enfrentam grandes dificuldades para suportar através da tarifa paga pelos usuários, até mesmo os aumentos inflacionários do custo de operação do transporte. Alie-se a este fato a constatação de que é necessário soma considerável de recursos para se expandir e manter a oferta de serviços com a qualidade pretendida e reclamada pela sociedade. Estima-se que apenas o custeio dos sistemas de transportes públicos nas cidades brasileiras, no atual padrão, custa cerca de R$ 60 bilhões por ano.
As manifestações ocorridas em junho de 2013 intensificaram o debate público de temas que precisam ser apreciados com cuidado e urgência por todas as autoridades e gestores públicos. Nesse contexto, algumas questões tomaram corpo, como a necessidade de maior transparência no setor de transporte público, acrescida da ideia de que o binômio “melhor qualidade e tarifas menores” também é algo possível.
Nesse sentido, já foram apontadas diversas alternativas para viabilizar o financiamento em questão, seja por este Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Públicos de Mobilidade Urbana, bem como, pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e pela Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), entre outras entidades.
Dentre tais alternativas está a alteração na Lei do Vale-Transporte, a desoneração dos impostos incidentes na cadeia produtiva do transporte, considerados no REITUP e a criação de gratuidades seletivas aos estudantes.
Porém, nessa oportunidade este Fórum Nacional entende que ao lado das eventuais alterações que sejam procedidas na atual legislação da CIDE, é de grande relevância a criação da CIDE Municipal, na forma da PEC 179-A. As motivações para tal entendimento são basicamente as seguintes:
  1. a)Os municípios carecem de novas fontes permanentespara investimento e custeio do transporte coletivo. Com a elevação dos custos, a contenção das tarifas e o aumento das gratuidades, os municípios médios e grandes já estão destinando recursos dos seus orçamentos para cobertura de custos do transporte público, em prejuízo de outros deveres municipais fundamentais;
  2. b)É justo que o transporte individual motorizado (automóvel) participe do financiamento do transporte público, já que ele ocupa a maior parte do sistema viário de cidades de médio e grande porte, acarretando investimentos e custos adicionais para os municípios. Apenas como exemplo, na cidade de São Paulo, nas horas de pico, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os automóveis consomem 78% do espaço público quando apenas transportam 33% da demanda de viagens.
  3. c)Em pesquisa realizada pela ANTP/IPEA, há mais de uma década, constatou-se que o congestionamento acarreta um custo adicional na tarifa para os usuários do transporte coletivo, quais sejam: São Paulo (15,8%); Rio de Janeiro (9,6%); Campinas (6,4%); Belo Horizonte (6,2%), dentre outras cidades. Hoje, com a situação agravada pelo excesso de veículos nas vias públicas, certamente estes acréscimos são muito maiores.
  4. d)A CIDE tem mecanismos operacionais já testadose extremamente confiáveis, assim, seria um instrumento pronto e fácil para operacionalizaçãoimediata para aportar recursos complementares para o transporte público.
  5. e)Também cabe ressaltar que estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), concluídos em 2014, analisaram o impacto desse tipo de contribuição nos preços dos combustíveis do ponto de vista da inflação, das contas públicas e na renda familiar. Os resultados indicaram que o acréscimo de R$0,10 (dez centavos) no preço do combustível poderia gerar uma redução de R$0,22(vinte e dois centavos) nas tarifas do transporte público, sem nenhum impacto na inflação, com melhoria nas finanças públicas e impacto zero nas finanças das famílias, quando tomada a sociedade de modo geral.
Finalizando, na expectativa de acolhida da presente manifestação a favor da criação da CIDE Municipal, nos colocamos à disposição para maiores esclarecimentos.
Atenciosamente
  
Roberto Gregório da Silva Junior
Presidente do Fórum Nacional de Secretários e
Dirigentes Públicos da Mobilidade Urbana

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes