terça-feira, 10 de novembro de 2015

UTIL adquire mais 22 ônibus Marcopolo Paradiso

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

ônibus
UTIL compra novos ônibus. Renovação de frota é aposta para conseguir mais passageiros. Foto: Marina Bueno
Veículos vão ser usados em linhas interestaduais
ADAMO BAZANI
A encarroçadora de ônibus Marcopolo anunciou nesta segunda-feira, dia 9 de novembro de 2015, que a UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo comprou mais 22 ônibus modelo Paradiso 1200 como parte da renovação de frota da empresa.
Os veículos vão operar em linhas interestaduais.
Os ônibus foram encarroçados sobre chassi da Mercedes-Benz. A capacidade é para 46 passageiros, as poltronas são semi-leito com descansa pés e pernas, cinto seguranças retráteis, além de porta copos e porta revistas. O sistema de ar condicionado possui dutos individuais. A configuração também apresenta uma parede interna de separação do ambiente do motorista com porta deslizante, o que poupa espaço dentro da carroceria.
Em nota, o diretor de operações comerciais da Marcopolo, Paulo Corso disse que as empresas de transporte rodoviário investem em elevação da qualidade de serviços e sofisticação para conquistarem mais passageiros.
“A UTIL está sempre atenta a esta evolução no transporte rodoviário brasileiro e oferece veículos com elevado padrão de sofisticação, conforto e segurança para seus clientes”, explica o executivo.
A UTIL – União Transporte Interestadual de Luxo S.A. foi fundada em 1950 e hoje tem atuação nos estados de Minas Gerais Rio de Janeiro e São Paulo.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Transportes Barra entra no pool da linha 358

A empresa Transportes Barra acaba de entrar hoje no pool da linha 358 (Cosmos - Candelária) juntamente com as empresas Auto Viação Bangu e Expresso Pégaso, ambas integrantes do consórcio Santa Cruz de Transportes. A linha voltou a circula em pool na quarta feira, 4 de novembro após oito meses inoperante.
Foto: Marco Antonio Góes

sábado, 7 de novembro de 2015

Prefeitura de São Paulo insiste na Justiça para retirar cobradores de ônibus

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

cobrador ônibus
Haddad e Tatto defendem retirada de cobradores do sistema sob alegação de que seriam gastos desnecessários. Foto apenas ilustrativa
Prefeitura de São Paulo insiste na Justiça para retirar cobradores de ônibus
De acordo com Jilmar Tatto, objetivo é evitar “gastos desnecessários” Categoria diz que profissional é essencial
ADAMO BAZANI
A prefeitura de São Paulo vai insistir na Justiça para que não haja mais a obrigatoriedade da presença de cobradores nos ônibus da cidade, incluindo o sistema estrutural, que conta com veículos maiores, previsto na licitação dos transportes.
De acordo com a administração municipal, hoje em torno de 90% das passagens são pagas com Bilhete Único e a presença dos cobradores gera um impacto de R$ 0,60 na tarifa atual de R$ 3,50 e um custo de R$ 1,2 bilhão por ano, o equivalente a 17% dos gastos do sistema.
O projeto inicial do prefeito Fernando Haddad é retirar os cobradores dos ônibus em sistemas de BRT, corredores mais modernos e completos de ônibus. Mas apenas o corredor do Expresso Tiradentes é BRT, contando inclusive com a cobrança antecipada de passagens nas estações. O chamado pré-embarque, que é o pagamento da tarifa antes de o passageiro entrar no ônibus, é uma das principais características dos BRTs – Bus Rapid Transit.
Os projetos de corredores de ônibus não avançam em São Paulo, mas a disputa judicial tem vários capítulos e a retirada dos cobradores, pelo que a prefeitura propõe, pode começar antes que a operação dos corredores.
O Sindimotoristas, sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus, diz que deve realizar manifestações e até greves para evitar a dispensa dos profissionais, além de continuar a briga na Justiça. O presidente do Sindimotoristas, Valdevan Noventa, falou com o Blog Ponto de Ônibus sobre o assunto. veja no link:
ENTREVISTA
RETIRADA DE COBRADORES – SINDICATO DESCARTA GREVE NESTE, MAS DIZ QUE VAI PRESSIONAR E QUE,  FUTURAMENTE, PODE HAVER PARALISAÇÕES 
Segundo o sindicato, apesar de a bilhetagem eletrônica corresponder à maioria dos pagamentos, o cobrador é indispensável porque não atua apenas no recebimento do dinheiro, mas auxilia o motorista no atendimento a pessoas com deficiência, idosos, em manobras mais difíceis cuja visibilidade é restrita por causa dos “pontos cegos” dos ônibus devido ao tamanho e a retirada do cobrador significaria excesso de carga de trabalho para o motorista, além de desvios e acúmulos de funções.
Hoje na cidade existem em torno de 18 mil cobradores, que podem perder o emprego.
Mas para o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, em entrevista à Folha de São Paulo, os profissionais podem ser aproveitados em outras funções dentro dos transportes. Tatto disse que a rotatividade destes funcionários é grande e eles não precisariam ser repostos, no entanto, não comentou como ficaria a categoria com a diminuição de quase dois mil ônibus que deve ocorrer com a licitação dos transportes.
Tatto ainda afirmou que a retirada dos cobradores, em suas palavras, é para evitar “gastos desnecessários” e que um dos objetivos é tirar o dinheiro de circulação dos ônibus. Os cartões com poucos créditos, que seriam usados por quem não possui Bilhete Único, devem ser vendidos em estabelecimentos comerciais, como ocorre em outras cidades, obviamente menores que São Paulo.
O secretário, no entanto, defende a presença de um profissional além do motorista em ônibus grandes como superarticulados e biarticulados.
Tatto ainda disse que a retirada dos cobradores pode reduzir pela metade os subsídios pagos às empresas de ônibus, que estão em torno de R$ 1,9 bilhão.
Em 2014, a base aliada do prefeito Fernando Haddad na Câmara Municipal fez uma manobra e junto com o projeto sobre parcelamento de dívidas do ISS e IPTU conseguiu derrubar a obrigatoriedade dos cobradores. Foi a última sessão daquele ano.
O Sindimotoristas entrou na Justiça e ganhou parcialmente. Ainda não houve julgamento do mérito.
Foram quatro recursos de Haddad que foram derrotados para já aplicar o fim da obrigatoriedade dos cobradores.
O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal, mas em outubro, o ministro Gilmar Mendes, entendeu que o mérito ainda deve ser julgado por instâncias anteriores antes de chegar ao STF.
Não há data para o julgamento final.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Negócios no exterior da Marcopolo compensam em parte queda de receita no Brasil


A Marcopolo segue a sua estratégia de procurar minimizar o impacto da significativa queda de demanda do mercado brasileiro com o estímulo às exportações e o aumento das atividades de suas unidades internacionais. A empresa alcançou receita líquida consolidada de R$ 1,952 bilhão nos primeiros nove meses de 2015 contra R$ 2,465 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, com queda de 20,8%. 
Na contramão da redução de demanda interna, as exportações e os negócios das unidades no exterior da Marcopolo cresceram 31,2% e reduziram a perda de 43,9% gerada no mercado brasileiro. Este desempenho demonstra a flexibilidade da companhia, seja através de exportações ou decorrente da estratégia de internacionalização já adotada há muitos anos, frente às atuais adversidades econômicas do País. 
O aumento das exportações no terceiro trimestre, sobretudo para atender a demanda de ônibus rodoviários, fez com que a Marcopolo deixasse de adotar, desde o início de outubro, a flexibilização de jornada em sua unidade fabril de Ana Rech, em Caxias do Sul. No entanto, a unidade Planalto, também em Caxias segue com a programação de flexibilização de jornada.
Em unidades produzidas, o resultado obtido de janeiro a setembro deste ano foi 32,6% inferior ao dos primeiros nove meses de 2014(8.768 contra 13.017 unidades). No Brasil foram 6.962 unidades contra 11.344, no mesmo período, com queda de 38,6%. No exterior, houve aumento de 7,9% (1.806 contra 1.673).

Foco nas exportações
Com o objetivo de superar as dificuldades resultantes de um mercado interno estagnado e com nível de produção bem abaixo do histórico, a Marcopolo está adotando forças-tarefas para acelerar as atividades críticas que ajudem a companhia a ampliar os seus negócios e manter o nível produtivo nas unidades brasileiras o mais elevado possível. A primeira delas foca o aumento das exportações, por intermédio do fortalecimento da atuação nos mercados tradicionais da América Latina, na recuperação de outros, como o Oriente Médio e a África, cuja presença foi reduzida nos últimos anos em razão da falta de competitividade do produto nacional. Também pela abertura de novos mercados e ampliação do portfólio de clientes no exterior. 
A segunda força-tarefa visa a melhora operacional da companhia, com a redução dos tempos de ciclo de produção, o aumento da eficiência e da otimização das unidades fabris. E a terceira força-tarefa diz respeito à redução de despesas e custos indiretos. 

Mercado brasileiro
O resultado alcançado pelo setor brasileiro de ônibus este ano e, em especial, no terceiro trimestre, demonstra que são necessárias medidas para promover a sua recuperação. A queda de janeiro a setembro foi de 42,5%, com a aquisição de 10.664 ônibus contra 18.542, no mesmo período de 2014. Uma dessas medidas poderia ser a maior oferta de crédito, com taxas que estimulassem os operadores a renovarem suas frotas, como já foi feito com o FINAME e o PSI.
No segmento de rodoviários, a publicação da resolução 4.770/15 pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que dispõe sobre as regras do modelo de autorização das linhas interestaduais e internacionais, traz perspectivas positivas para os próximos trimestres. A limitação da idade máxima dos ônibus que operam essas linhas em dez anos e da idade média em cinco anos deve estimular a renovação de frota.
No mercado de urbanos, a demanda segue abaixo do nível normal. Entretanto, as licitações municipais em algumas cidades do País, como São Paulo e Porto Alegre, a proximidade das eleições municipais de 2016, os repasses de tarifas e os investimentos em transporte coletivo em razão da realização dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro podem destravar o segmento.
No programa Caminho da Escola, a Marcopolo informa que se habilitou, através de pregão eletrônico finalizado em 20/10/15, a produzir e fornecer até 500 ônibus escolares com acessibilidade (Onurea). As entregas deverão ter início em 2016 e se estender ao longo do ano.  A empresa informa ainda que do montante relacionado ao programa Caminho da Escola, em 31/10/15, registrava um saldo a receber de R$ 121,2 milhões.
FONTE: Marcopolo 

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Troféu "Ônibus do Ano 2016" é entregue para a Iveco Bus na Bélgica

Depois de nomear a linha Magelys da Iveco Bus como o "Ônibus do Ano 2016", o presidente do júri europeu, Stuart Jones, responsável pela premiação, entregou o troféu para o diretor Global da Iveco Bus, Sylvain Blaise. A cerimônia, que oficializou uma das mais importantes condecorações do segmento no mundo, aconteceu na cidade de Courtrai, na Bélgica, durante a feira internacionalBusworld.
Com grande destaque na Europa, o veículo foi avaliado por um júri de 22 jornalistas, que trabalham nas principais publicações do velho continente. Na ocasião, os especialistas destacaram o  sucesso da montadora nas melhorias que se combinam para reduzir o índice TCO (sigla em inglês para custo total de propriedade), estimativa financeira projetada para avaliar os custos diretos e indiretos relacionados a um investimento importante.
Blaise comentou que toda a equipe Iveco Bus está orgulhosa de o Magelys sair vitorioso da série de testes que garantiu o cobiçado título. "Este é um forte sinal para toda a indústria e operadores, indicando claramente que o nosso veículo tem todas as qualidades necessárias para uma grande carreira na Europa."
Com duas opções de tamanho (12,2 m e 12,8 m), as versões Magelys Line e Magelys Pro atendem as mais exigentes necessidades das empresas de transporte europeias, seja para os mercados intermunicipais ou nos segmentos de turismo.
Ilustrando a flexibilidade do design e todos os opcionais de conforto, o vencedor do prêmio "Ônibus do Ano 2016" foi apresentado com a versão topo de linha de sua categoria, ou seja, no modelo Magelys Pro, com os seguintes equipamentos adicionais: elevador de cadeira de rodas e arranjo de mesa desmontável, permitindo ao motorista embarcar, com facilidade, um passageiro deficiente, sem a necessidade de remover nenhuma das poltronas; 46 assentos de couro Kiel; banheiros; 3 monitores LCD; sistema de internet Wi-Fi; tomadas 220 V; conectores USB; GPS e câmera frontal, proporcionando aos passageiros vista da estrada à frente.
Níveis elevados de segurança ativa e passiva são também grandes diferenciais dos veículos. Por exemplo, a estrutura robusta é reforçada por um revestimento especial, que garante a proteção e longa duração contra a corrosão. O veículo foi projetado para passar no teste de capotagem R66/01, um regulamento internacional que garante a máxima proteção em caso de capotamento.
Entre todos os candidatos ao prêmio, o Magelys é o único que utiliza o sistema SCR (Redução Catalítica Seletiva), uma tecnologia que, além de não requerer qualquer regeneração forçada das emissões, também regula a temperatura dos gases de escape, proporcionando vantagens no aumento da segurança e o alto desempenho com o consumo de combustível. Além disso, o modelo vem com motor Cursor 9, e tem uma capacidade de 8,7 litros, desempenhando 294 kW (400 cv) e torque de 1.700 Nm a 1.250 rpm. A transmissão automatizada é ZF AS-Tronic.

FONTE: Iveco 

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Auto Viação Palmares entra em operação conjunta nas linhas de Coelho Neto

Ontem a empresa Auto Viação Palmares entrou em operação conjunta nas linhas 770 Coelho Neto Campo Grande (Via Mendanha) e 771 Coelho Neto - Campo Grande (Estrada da Posse) da sua empresa gestora Expresso Pégaso.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Modelo de licitação dos transportes pode superlotar ônibus, diz especialista

Fonte: Blog Ponto de Ônibus

ônibus
Ônibus em São Paulo. Critério de produtividade pode aumentar lotação em cada veículo, acredita especialista
Ganho de produtividade, que representa atrair mais gente para o sistema, e tempo de contrato são criticados
ADAMO BAZANI
A licitação dos transportes coletivos da cidade de São Paulo, que remodela o sistema, também interfere na remuneração das empresas de ônibus, que diferentemente de hoje, não vão ganhar apenas por passageiros transportados.
Há um conjunto de índices, entre os quais, 50% da remuneração serão por usuário atendido, 25% por cumprimento de partida, 15% pelos investimentos realizados e 10% pela oferta de veículos exigida.
Além desta remuneração básica, as empresas podem ganhar mais se um número maior de pessoas for atraído para o sistema de transportes coletivos.
O objetivo, segundo a prefeitura, é estimular as empresas a criarem diferenciais de qualidade, despertando o interesse de quem não costuma usar os transportes públicos com constância.
Mas, segundo o professor da Escola Politécnica da USP – Universidade de São Paulo, Mauro Zilbovicius, em entrevista ao jornalista Bruno Ribeiro, de O Estado de São Paulo, o critério de produtividade pode estimular as empresas a andarem com os ônibus mais lotados para justificarem um possível aumento de passageiros.
Ele explica que a produtividade deve ser ligada não ao número maior de passageiros, mas ao maior número de quilômetros percorridos por cada ônibus no sistema.
O especialista também critica o tempo dos contratos, 20 anos renováveis por outros 20.
Segundo Zilbovicius, o tempo é muito longo e dentro deste prazo, pode haver diversas alterações tecnológicas e na própria configuração da cidade que não serão acompanhadas por causa do engessamento de edital. Ele comparou com o modelo de Londres, cujas concessões são por linhas de ônibus e o prazo é de cinco anos.
Ao “Estado”, o secretário municipal de transportes, Jilmar Tatto, diz que o edital tem uma cláusula que permite alterações a cada quatro anos e que o tempo de 20 anos é adequado para retorno dos investimentos das empresas visto que a idade dos ônibus deve respeitar dez anos, com média de cinco anos.  O secretário disse também que Londres tem um sistema de ônibus mais consolidado que se integra com uma rede maior de metrô.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
A LICITAÇÃO DOS TRANSPORTES EM SÃO PAULO:
A concessão é por 20 anos renováveis por mais 20 anos, num valor de R$ 140 bilhões. A prefeitura promete reformular linhas, eliminando sobreposições, quando mais de uma linha faz trajetos semelhantes. Com isso, devem aumentar a quantidade de baldeações que o passageiro terá de fazer para conseguir terminar seu itinerário diário.
A extensão de algumas linhas deve diminuir. Na apresentação dos editais, a prefeitura informa que hoje a “extensão média das linhas é de 27,5 km, considerando a soma de ambos os sentidos. A diferença da extensão média das linhas locais para as estruturais é da ordem de 9 km, com uma média em torno de 31 km para as estruturais e de 22 km para as locais”
Por causa desta racionalização das linhas, a prefeitura propõe nos editais o aperfeiçoamento das integrações dentro dos terminais e nos chamados pontos de conexão que são paradas de ônibus nas principais vias da cidade que devem ser identificadas por letras de A a D, localizadas próximas de cruzamentos. Segundo a prefeitura, a identificação das paradas seguirá uma lógica para o passageiro não se confundir na hora de trocar o ônibus e prosseguir a viagem
O sistema vai ser dividido em três grupos, de acordo com o tipo de linha que vai ser prestada.
GRUPOS DE LINHAS:
– Grupo Estrutural, que vai contar com as linhas de maior demanda ligando as regiões da cidade até o centro (linhas radiais) e a linhas ligando regiões diferentes em corredores de ônibus ou vias de grande movimento (linhas perimetrais).
– Grupo Local de Articulação Regional, que vai ter linhas entre as centralidades de regiões diferentes ou entre as regiões e o centro da cidade sem passar por corredores ou vias de maior fluxo.
– Grupo Local de Distribuição, com linhas dentro das regiões, normalmente ligando os bairros aos terminais locais de ônibus ou estações do Metrô e da CPTM. Neste grupo também serão incluídas as redes rurais.
REDUÇÃO DE FROTA E AUMENTO DE VIAGENS E LUGARES:
Os editais confirmam a redução de frota no sistema de transportes já anunciada. Dos atuais 14 mil 878 ônibus a frota deve ter 13 mil 057 veículos. Segundo a prefeitura, isso será possível pelo fim das sobreposições de linhas. A reserva técnica deve ser de 7%, que corresponderão aos ônibus-reserva que devem estar prontos para ser acionados em caso de necessidade.
Ainda de acordo com o poder público, haverá mesmo com a redução de frota aumento na oferta de lugares pelo fato de os ônibus ficarem mais rápidos em viagens curtas e pela ampliação da quantidade de veículos de maior porte como articulados e superarticulados no lugar de ônibus convencionais e midiônibus e convencionais no lugar de micros.
O total de viagens deve subir 17%. Hoje são atuais 186 mil por dia e devem passar para 217 mil. Já os lugares disponíveis nos ônibus deve subir 14% de 996 mil para 1,1 milhão.
Grupo Estrutural – Cinco lotes e frota referência de 4 mil 171 ônibus
Grupo Local de Articulação Regional nove lotes e frota referência de 3 mil 879 ônibus
Grupo Local de Articulação Regional treze lotes e frota referência de 5 mil 007 ônibus
TARIFA:
O menor valor de tarifa proposto pelas concorrentes será o principal critério para definir as empresas que vão operar os transportes na cidade de São Paulo pelo próximos 20 anos ou 40 anos, se o contrato for prorrogado pelo prazo máximo permitido nos editais. Não significa, no entanto, que esta menor tarifa seja repassada para o usuário. Ela se refere à remuneração por passageiro transportado e varia de acordo com o lote dentro dos grupos operacionais. Itens como experiência, disponibilidade de frota e documentação também serão considerados para definir os vencedores.
REDES DE SERVIÇOS DE ÔNIBUS:
Haverá também redes de serviços, a exemplo da atual Rede da Madrugada. São linhas que operam de forma contínua na cidade, da Rede Referência, ou em ocasiões específicas, como nos horários de pico ou aos fins de semana:
REDES DE SERVIÇOS:
Serão quatro tipos de serviços, classificados como redes:
– Rede de Referência: Dias úteis e sábados
– Rede de Reforço: Com linhas que só vão operar nos horários de pico
– Rede de Domingos e Feriados: Com linhas e horários específicos para estes dias
– Rede da Madrugada: Já em vigor, hoje com 151 linhas que operam entre a meia noite e quatro da manhã.
OPERAÇÃO CONTROLADA / CCO:
Para acompanhamento e gestão dos serviços de ônibus, os editais prevêem a criação de uma Operação Controlada por meio de um CCO – Centro de Controle Operacional, cujos investimentos devem partir das empresas vencedoras da licitação. O centro vai monitorar em tempo real os ônibus na cidade, além de ajudar na tomada de decisões rápidas, como desvios de linhas em casos de eventualidades e readequações dos horários, vai ser um instrumento para fiscalização do sistema, detectando problemas como atrasos ou não realização das viagens.
A operação controlada, de acordo com a SPTrans, teve os primeiros testes, mesmo sem o CCO exigido, na rede de linhas de ônibus da madrugada.
IDADE DE FROTA:
Os ônibus, midiônibus e vans do Atende devem ter no máximo dez anos de fabricação do chassi e a frota por empresa uma média de cinco anos. Trólebus e outros tipos de ônibus elétricos vão poder ter até 15 anos de fabricação. Já os mini e micro-ônibus podem ter até sete anos de fabricação :
É vedada a qualquer tempo a prestação dos serviços com veículo cuja idade de fabricação do chassi seja superior a 10 (dez) anos. A frota para prestação dos serviços deverá ter idade média de, no máximo, 05 (cinco) anos. 3.27.1. Para a frota com tração elétrica, a idade máxima do veículo será de 15 (quinze) anos, não se aplicando, neste caso, as regras referentes à idade média da frota prevista no item 3.27. 3.27.2. Considerando o ano em que o(s) veículo(s) atingir(em) a vida útil máxima, a respectiva concessionária deverá proceder da seguinte forma: 3.27.2.1. Deverá apresentar, até o mês de setembro do ano que anteceder o ano de vencimento da vida útil do(s) veículo(s), um cronograma de substituição deste(s) por veículo(s) novo(s); 3.27.2.2. Deverá apresentar também o(s) pedido(s) de compra do(s) veículo(s) de acordo com o cronograma estipulado no subitem 3.27.2.1 com antecedência mínima de 03 (três) meses da(s) inclusão(ões) do(s) novo(s) veículo(s);3.27.2.3.A operação do(s) veículo(s) será permitida até o penúltimo dia do ano em que este atingir sua vida útil máxima. A partir de então será(ão) automaticamente excluido(s) do Sistema de Transporte Coletivo Público de Passageiros.
É vedada a qualquer tempo a prestação dos serviços com veículo cuja idade de fabricação do chassi seja superior a 10 (dez) anos para ônibus, midiônibus, ATENDE e superior a 07 (sete) anos para os miniônibus.
3.28.1. Para a prestação dos serviços, a frota de ônibus e midiônibus deverá ter idade média de, no máximo, 05 (cinco) anos.
3.28.2. Para o início da operação do Serviço ATENDE, a frota deverá ter idade máxima de 05 (cinco) anos. Admitir-se-á a operação com veículos de até 10 (dez) anos, excepcionalmente, por um período de 270 (duzentos e setenta) dias, a contar daASSINATURA do contrato.
Cada empresa vai ser obrigada a disponibilizar um guincho por garagem. Os guinchos não contam na idade média da frota, mas devem passar por vistoriais como as dos ônibus.
WI-FI E AR-CONDICIONADO:
As empresas vão ter de colocar acesso àINTERNET nos ônibus. Todos os ônibus zero quilômetro terão de possuir ar-condicionado, como já ocorre no sistema. Já o Wi-Fi, no entanto, deve ser instalado obrigatoriamente, mesmo nos ônibus usados:
A concessionária deverá providenciar a instalação do sistema Wi-FI, pontos de carga de baterias de celulares e letreiros eletrônicos nos novos veículos. Para os veículos que estejam dentro da sua idade máxima de uso, terão o prazo de até 08 (oito) meses, contados a partir da assinatura do contrato, para a implantação do WI-FI.
ISOS:
Outra obrigação, de acordo com os editais, é que as empresas tenham certificações de qualidade e respeito ao meio ambiente:
“A concessionária deverá obter certificação de qualidade série NBR ISO – 9001-2000 e Ambiental série NBR ISO/14001-2004. 3.40.1. O Plano para obtenção da Certificação deverá ser apresentado, para aprovação do Poder Concedente, no prazo de 06 (seis) meses, contados a partir da assinatura do contrato.”
REMUNERAÇÃO:
A TIR – Taxa Interna de Retorno das empresas será de 9,97%. Hoje está em torno de 16%. Além de ganhar por passageiro transportado, critérios como pesquisa de satisfação do passageiro e cumprimento das viagens vão influenciar nos ganhos dos empresários. Ao contrário de hoje que a SPTrans multa as empresas por atrasos e descumprimento de partidas, pelos editais, a penalização por estes problemas será pelo desconto no pagamento da remuneração. Assim, segundo a prefeitura, quem prestar um serviço inadequado, vai ganhar menos.
Os critérios para a remuneração das empresas terão os seguintes pesos:
50% pelos passageiros transportados
25% pelo cumprimento de viagens
15% pelos custos fixos do investimento do operador com veículos e equipamentos.
10% pela disponibilização da frota e opinião dos passageiros.
As empresas recebem por dia de operação: “O pagamento da operação diária será efetuado em até 05 (cinco) dias úteis após a operação.”
VALORES DE CONTRATOS E CAPITAL EXIGIDO:
Esta licitação de transportes é a maior do gênero dentre as já realizadas no País, devendo movimentar em torno de R$ 140 bilhões. Serão R$ 7 bilhões por ano pagos aos vencedores.
No entanto, os valores dos contratos e os capitais sociais estipulados nos editais variam de acordo com o lote operacional dentro de cada grupo de linhas
MODELO É DE SPEs e COOPERATIVAS FORAM EXCLUÍDAS:
O modelo exclui o sistema de cooperativas, o que já era sabido no mercado. Tanto é que as cooperativas se transformaram em empresas. A prefeitura vai assinar os contratos com SPEs – Sociedades de Propósito Específico, que vão reunir os empresários de acordo com a área de operação. Cada lote representa uma SPE, portanto serão 27 SPEs, sendo 5 no Grupo Estrutural, 9 no Grupo Local de Articulação e 13 no Grupo Local de Distribuição.  Consórcios e empresas podem participar da licitação desde que integrem uma SPE. Uma empresa que esteja numa SPE de um lote também pode estar na SPE de outro lote.
No caso de participação em consórcio, pelo menos uma das empresas dele integrante deve possuir em seu objeto social atividade que permita a operação de transporte coletivo urbano de passageiros, ficando a participação do consórcio condicionada a essa exigência, e ainda ao atendimento dos seguintes requisitos: 5.3.1. Compromisso público ou particular de constituição do consórcio, na forma estabelecida na Lei Federal nº 6.404/76 e alterações, subscrito pelos consorciados para participar no certame, devendo conter: 5.3.1.1. Denominação do Consórcio;
5.3.1.2. Qualificação das consorciadas; 5.3.1.3. Composição do consórcio, respectivas participações dos integrantes e compromisso futuro à participação de cada integrante na sociedade constituída com a finalidade de prestar os serviços desta concessão;
5.3.1.4. Organização e objetivo do consórcio; 5.3.1.5. Declaração à empresa líder de amplos poderes para representar as consorciadas, ativa e passivamente, em todos os atos necessários durante a licitação, com exclusividade, podendo, inclusive, assumir obrigações pelas demais, sem prejuízo da responsabilidade solidária das empresas consorciadas.
5.3.1.6. Definição da responsabilidade solidária das empresas consorciadas, pelos atos praticados em consórcio, durante a licitação e até a data daASSINATURA do contrato pela Empresa Concessionária (SPE) a ser constituída pelos membros do consórcio;
5.3.1.7. Compromisso das empresas integrantes do consórcio em constituírem uma Sociedade de Propósito Específico – SPE, nos termos do item 15.1 deste Edital.
EMPRESÁRIOS:
Apesar das mudanças das linhas e de parte da frota, o mercado aposta que a estrutura empresarial dos transportes na cidade deva passar por poucas alterações. Na prática, a aposta é de que os mesmos empresários continuem operando. Como o novo sistema não vai admitir mais as cooperativas, estas entidades se transformaram em empresas para participar da disputa. Tanto as atuais viações como as ex-cooperativas devem se organizar em SPE – Sociedade de Propósito Específico.
Hoje, o sistema é dividido em estrutural e local:
EMPRESAS DO SUBSISTEMA ESTRUTURAL:
– Viação Santa Brígida Ltda:
Principais Sócios: Belchior Saraiva, Luiz Augusto Saraiva, Marcio Arduin Saraiva, Mario Luiz Saraiva, Mauricio Daniel Saraiva, Silvia Helena Saraiva Gomes, Antonio Carlos Lourenco Marques, Julio Luiz Marques, Luiz Antonio De Paulo Marques, Manuel Lourenco Marques, Rita De Cassia Marques Mesa Campos
– Viação Gato Preto Ltda:
Principais Sócios: Ricardo Luis Gatti Moroni, Catharina Anna Gatti Moroni, Anita Cecilia Gatti Moroni de Padua Lima, Joao de Padua Lima Neto
– Sambaíba Transportes Urbanos Ltda:
Principais Sócios: Belarmino de Ascenção Marta, Bampar Participações Ltda, Vilar do Rei Participacoes Ltda, Comercial Sambaíba de Viaturas Ltda
– VIP Transportes Urbanos Ltda:
Principais Sócios:  José Ruas Vaz, Carlos de Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Vitorino Teixeira da Cunha,  Eduardo Caropreso Vaz Gomes, Antonio Roberto Berti, Carlos Alberto Risso Alexandre Videira, Claudio Jose Figueiredo Alves, Delfim Alves de Figueiredo, Jose Alves de Figueiredo, Luis do Nascimento Rodrigues, Marcos Jose Monzoni Prestes
– Ambiental Transportes Urbanos Ltda:
Principais Sócios: Eduardo Ciola, Jose Eduardo Caldas Goncalves, participação do Grupo Ruas
– Via Sul Transportes Urbanos Ltda:
Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Carlos De Abreu, Armelim Ruas Figueiredo, Ricardo Vaz Pinto, Vicente Dos Anjos Diniz Ferraz, Marcelino Antonio Da Silva, Manuel Bernardo Pires De Almeida, Francisco Pinto, Francisco Parente Dos Santos, Morgado De Mateus, Elvira Risso Alexandre Videira
– Viação Cidade Dutra Ltda:
Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelin Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Joao Goncalves Goncalves, Joaquim De Almeida Saraiva, Marcelino Antonio Da Silva, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz
– Tupi – Transportes Urbanos Piratininga Ltda:
Principais Sócios:  Gustavo Luiz Zampol Pavani, Paulo Eduardo Zampol Pavani
– Mobi Brasil Transportes São Paulo Ltda:
Principais Sócios: Niege Chaves, Tatiana Chaves Suassuna, Honorio Goncalves Da Silva Neto, Terra Participacoes E Patrimonio Eireli
– Viação Campo Belo Ltda:
Principais Sócios: Jose Ruas Vaz, Armelim Ruas Figueiredo, Francisco Pinto, Vicente Dos Anjos Dinis Ferraz
– Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda:
Principais Sócios: Jose Saad Neto, Livonpride S/A.,
– Transkuba Transportes Gerais Ltda:
Principais Sócios: Sergio Kuba, Cafetur Transportes Ltda.,
– Transppass Transportes de Passageiros Ltda:
Principais Sócios: Antonio Dos Santos Pereira, Antonio Joao Pinto Dos Santos, Simone Batista Dos Santos
EMPRESAS DO SUBSISTEMA LOCAL – ANTIGAS COOPERATIVAS:
– Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix)
Principais Sócios: Manoel Edson Barbosa, Roberson De Nobrega
– Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)
Principais Sócios: Guilherme Correa Filho, Jeremias Jose Pereira, Luiz Fernando Silva Dos Santos, Paulo Sato, Valdi Batista De Figueiredo
– Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana)
Principais Sócios: Luiz Carlos Calegari, Marcelo Paschoal Cardoso, Ubiratan Antonio Da Cunha,
– Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana):
Principais Sócios: Wilson Pereira Da Costa, Ubirata Batista De Oliveira, Osiel Bernardino Pinto, Jose Edson Accioly Lins, Adauto Soares Jorge, Adao Lino Dos Santos,
– MOVE SP Soluções em Mobilidade Urbana Ltda (antiga Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse – denominação anterior Transpeople Soluções em Mobilidade Urbana).
Principais Sócios: Agenor Alexandre da Silva Filho,  Antônio Alves de Oliveira, Marcelo Cavallini Colli, Wagner dos Santos
– Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte):
Principais Sócios: Agnaldo Dias Gomes, Angela Roberta Da Silva Agoston, Vanessa Rodrigues Da Silva,
– Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) – Denominação Atual:
Allibus Transportes Ltda
Principais Sócios: Anderson Barbosa Da Silva, Paulo Henrique Cipriano, Sandra Pinho Da Silva,
– Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste):
Principais Sócios: Antonio Carlos Da Silva, Danilo Morilio Da Silva, Fabio Dos Santos, Marcio Borges Parente
– Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam) 
Principais Sócios: Luiz Carlos Efigenio Pacheco, Moises Gomes Pinto,
– Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers):
Principais Sócios: Ronaldo Tadeu De Oliveira, Valter Da Silva Bispo
– Alfa Rodobus Transportes
Principais Sócios: Aliomar Rocha Junior, Aurineide Moura Andrade Santos, Edson Bernardo Da Silva, Ezequias De Oliveira, Ezequiel De Oliveira, Jose Lenildo De Lima, Patricia Olegario De Lira, Reginaldo Gomes Da Silva, Sara Oliveira Cavalcante, Silberto Soares Ferreira, Willamys Da Silva Bezerra
DIVISÃO POR ÁREA DE OPERAÇÃO:
  • Empresas do Subsistema Estrutural:
  • Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Bandeirantes (Viação Santa Brígida Ltda e Viação Gato Preto Ltda)
  • Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Sambaíba Transportes Urbanos Ltda.
  • Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Plus (VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 4 – Zona Leste – vermelho: Ambiental Transportes Urbanos S.A – incluindo a rede de trólebus
  • Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Via Sul (Via Sul Transportes Urbanos Ltda) – incluindo o BRT (corredor de ônibus) Expresso Tiradentes
  • Área 6 – Zona Sul – azul claro: Consórcio Unisul (Viação Cidade Dutra Ltda; Tupi Transportes Urbanos Piratininga Ltda; MobiBrasil Transportes São Paulo Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Consórcio Sete (Viação Campo Belo Ltda, Viação Gatusa Transportes Urbanos Ltda; Transkuba Transportes Gerais Ltda; VIP Transportes Urbanos Ltda).
  • Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Sudoeste (Transppass Transportes de Passageiros Ltda e Viação Gato Preto Ltda.)
  • Empresas (ex-cooperativas) do Subsistema local:
  • Área 1 – Zona Noroeste – verde claro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)
  • Área 2 – Zona Norte – azul escuro: Consórcio Spencer Transporte (antiga Cooper Fênix) e Norte Buss Transporte (antiga Transcooper)
  • Área 3 – Zona Nordeste – amarelo: Consórcio Qualibus (antiga garagem 2 da Associação Paulistana) e Transunião Transportes (antiga garagem 3 da Associação Paulistana).
  • Área 4 – Zona Leste – vermelho: Express Transportes Urbanos (proveniente da cooperativa Nova Aliança e da Empresa Novo Horizonte), Allianz Transportes (antiga garagem 1 da Associação Paulistana) e Pêssego Transportes (antiga Transcooper Leste).
  • Área 5 – Zona Sudeste – verde escuro: Consórcio Move São Paulo  (antigo Consórcio Aliança Cooperpeople – Garagem Coopertranse) e Imperial Transportes (antiga cooperativa Nova Aliança).
  • Área 6 – Zona Sul – azul claro: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam)e  A2 Transportes (antiga Cooper Líder).
  • Área 7 – Zona Sudoeste – vinho: Transwolff Transportes (antiga Cooper Pam).
  • Área 8 – Zona Oeste – laranja: Consórcio Auto Viação Transcap (antiga Unicoopers) e  Alfa Rodobus Transportes
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
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ADAMO BAZANI
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes