quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Greve de ônibus em Curitiba e região metropolitana deve envolver cinco empresas

Fonte: Diário do Transporte

greve-curitiba-parcial
Segundo sindicato dos motoristas e cobradores, ainda não pagaram a segunda parcela do 13º salários as companhias Tindiquera, São José Filial, CCD, Filial e Araucária Filial e Matriz
ADAMO BAZANI
Passageiros que usam ônibus das empresas Tindiquera, São José Filial, CCD, Filial e Araucária Filial e Matriz, que servem Curitiba e parte da região metropolitana devem estar atentos.
Segundo o Sindimoc, que é o sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus, estas empresas não realizaram o pagamento integral da segunda parcela do 13º salário e o valor do adiantamento salarial, o vale, que deve ser depositado sempre no dia 20.
Assim, os trabalhadores destas companhias de ônibus devem entrar em greve na manhã desta quarta-feira, 21 de dezembro.
Existe uma verdadeira troca de acusações entre empresas de ônibus, o poder público e o sindicato dos motoristas e cobradores.
O presidente do Sindimoc, Anderson Teixeira, acusa as empresas de não se interessarem para resolver o conflito com os trabalhadores.
Já as companhias de ônibus dizem que a Urbs – Urbanização de Curitiba S.A., gerenciadora do sistema, atrasa os repasses referentes aos passageiros transportados.
O Setransp, sindicato dos empresários, diz em nota que a dívida do poder público é de R$ 3,8 milhões.
O Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) tentou, por vários dias, alertar sobre as consequências dos atrasos nos repasses da Urbanização de Curitiba (Urbs).
 Lembrou que 12 mil motoristas e cobradores aguardam para hoje (20) o pagamento do vale e da segunda parcela do 13º salário, apelou para a importância do serviço de transporte para o comércio nesta época de compras de fim de ano e questionou o órgão gestor sobre o paradeiro dos recursos.
 Não adiantou. A Urbs e a Prefeitura de Curitiba, embora cientes há tempos do problema, não conseguiram resolver o chamado “nó do transporte”.
 Hoje, lembre-se novamente, dia do pagamento do vale e da segunda parcela do 13º salário, a Urbs deveria repassar R$ 4,6 milhões às empresas, mas só transferiu R$ 850 mil. O órgão gestor deve, portanto, R$ 3,8 milhões, referentes ao serviço já prestado nos dias 14, 15, 16, 17 e 18.
Na nota, o sindicato patronal alertou para a possibilidade de greve dos trabalhadores:
A consequência dos atrasos nos repasses é que algumas empresas não vão conseguir pagar integralmente seus colaboradores, o que pode levar a paralisações, com prejuízos à população de Curitiba e Região Metropolitana.
Já a Urbs diz que deve começar a regularizar os repasses em atraso.
Segundo a gerenciadora, o atraso aconteceu por causa de falta de recursos em caixa provocada pela redução nas vendas de crédito de transporte.
Para a Urbs, esse cenário tem uma relação direta com os altos índices de desemprego.
A Urbs também afirmou que as empresas de ônibus recebem antecipadamente 40% da receita das passagens, esse percentual representa os passageiros que pagam em dinheiro.
Os valores ficam diretamente para as empresas.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Marcopolo exporta ônibus para a Costa do Marfim

A Marcopolo forneceu nove ônibus para a Union des Transports de Bouake, um dos operadores de transporte rodoviário de passageiros de Abidjan, a maior cidade e considerada a capital econômica da Costa do Marfim. As unidades do modelo Viaggio 1050 serão utilizadas em serviços de fretamento e rotas interestaduais pelo país.
Segundo Ricardo Portolan, gerente de exportação da Marcopolo, desde o ano passado a empresa tem trabalhado para conquistar novos mercados e clientes em diversos países. “Este negócio representa a primeira aquisição de ônibus Marcopolo pela Union des Transports de Bouake e é muito importante na nossa estratégia de ampliação dos negócios no exterior”, explica o executivo.
O ônibus Marcopolo Viaggio possui visual moderno e arrojado e oferece superior padrão de conforto e segurança aos usuários e baixa manutenção para o operador. O veículo é também o mais econômico da categoria, tem menor custo operacional, reduzido consumo de combustível e elevado preço de revenda.
Destinado tanto para o transporte em trajetos intermunicipais e/ou serviços de fretamento, o Viaggio 1050 é equipado com poltronas do modelo Executiva 865 e tem capacidade para transportar 62 passageiros sentados. O veículo tem chassi Volvo B270F e conta com duas portas de acesso, sistema audiovisual com rádio e uma configuração interna diferenciada com poltronas 3x2. 

FONTE: Marcopolo 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Evento que vai reunir ônibus antigos e novos foi remarcado para 29 de janeiro

Fonte: Diário do Transporte

2c843ca5-98f7-41f3-88a6-84cd3d8f052d
Encontro deve ser oportunidade para empresas compartilharem experiências e para aproximar admiradores dos transportes
ADAMO BAZANI
A BBF – Bus Brasil Fest, encontro de ônibus e admiradores do setor de transportes, foi remarcada para o dia 29 de janeiro, domingo, das 11h às 18h. O local permanece o mesmo, na Praça Charles Müller em frente ao estádio, com entrada franca.
O evento deveria ter sido realizado no último dia 11 de dezembro, mas devido a tragédia com voo da Chapecoense, a rodada do Campeonato Brasileiro do dia 4 foi suspensa e transferida para o dia 11, havendo partida no Pacaembu.
Empresas, profissionais de transportes e admiradores de ônibus e mobilidade em geral, terão uma oportunidade de se encontrar, discutir ideias, conhecer o passado, entender o presente e ter uma noção do que pode vir no futuro.
Diversas companhias das mais variadas regiões do país, principalmente do Estado de São Paulo, confirmaram participação.
No evento, devem ser expostos ônibus antigos que revelam momentos diferentes dos transportes, mas também veículos atuais e recém-aquisições das companhias.
É uma oportunidade também de as empresas estreitarem laços com os admiradores dos seus trabalhos e com a comunidade por meio de um contato mais informal e diferente.
Serão exibidos ônibus urbanos e rodoviários, soluções tecnológicas e de mobilidade.
Entre as empresas que devem participar estão
MobiBrasil Transportes São Paulo
Sambaíba Transportes Urbanos
Imperial Transportes Coletivos
Brasil Sul Viagens
Viação Garcia
Transportes Santa Maria
Cati-Rose Transporte de Passageiros
Del Rey Transportes
Viação Santa Brígida
Urubupungá Transportes e Turismo
Viação Gato Preto
Suzantur – Transportadora Turística Suzano
SPTrans – São Paulo Transportes

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

sábado, 17 de dezembro de 2016

Poluição do ar pode matar 246.375 pessoas até 2030 em SP

Fonte: Diário do Transporte

trolebus
Entidade defende medida em debate sobre redução de velocidades nas marginais, em São Paulo

RENATO LOBO

No debate sobre a volta das velocidades máximas nas marginais Tietê e Pinheiros, prometida pelo prefeito eleito de São Paulo, João Doria, e a discussão sobre um eventual aumento no número de vitimas, argumento usado pelos críticos à medida do tucano, o presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico, Ricardo Guggisberg, lembra que outras perdas ocorrem nas vias da cidade: mortes causadas pela poluição atmosférica.
“As pessoas não morrem apenas por causa dos acidentes de trânsito, milhares delas morrem todos os anos também por problemas causados pela poluição e pelas emissões de carbono” – afirmou Guggisberg em audiência pública da Comissão Permanente de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara paulistana.
Segundo dados da ABVE o número de óbitos decorrentes da poluição é alarmantemente. Pesquisa de especialistas da USP, publicada na edição de setembro/dezembro do ano passado da “Revista Brasileira de Estudos da População”, mostra uma estimativa de 10.193 óbitos no Estado de São Paulo diretamente atribuíveis à poluição, só em 2015.
As informações dão conta de que 18.407 mortes ocorrerão no ano de 2030 e um total de 246.375 no período 2011-2030, caso a situação continue como a atual.
O estudo conta com o trabalho de pesquisadores como Cristina Guimarães Rodrigues (Fipecafi-USP), Evangelina Vormittag (Instituto Saúde e Sustentabilidade), Júlia Affonso Cavalcante (FFLCH-USP) e Paulo Saldiva (Faculdade de Medicina da USP).
Os especialistas indicam a urgência da mudança da matriz energética dos transportes e apontam para a melhoria na qualidade de vida que os veículos híbridos e elétricos podem trazer à sociedade.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Chineses, grupo português e Caio estão interessados na compra da Busscar, diz jornal

Fonte: Diário do Transporte

BusscarÔnibus da Busscar. Empresa pode voltar em 2017
Todas as companhias querem fazer com que a encarroçadora de Joinville volte a produzir em 2017. Chineses e portugueses ofereceram valor maior que os brasileiros, mas justiça desconfia
ADAMO BAZANI
Um grupo de investidores brasileiros, contando com a Caio, fabricante de carrocerias de ônibus em São Paulo, a empresa portuguesa Imparável Epopeia UniPessoal Ltda e o grupo chinês Liaoyuan Group estão interessados na compra da encarroçadora de ônibus Busscar, que teve falência decretada em 2013 e confirmada em 2014 após ter recurso negado pela Justiça.
As informações foram trazidas pelo colunista Cláudio Loetz, do Diário Catarinense.
Apenas o grupo brasileiro é que apresentou proposta efetiva de compra da encarroçadora, mas os investidores internacionais devem fazer a formalização em breve, ainda neste mês (Veja abaixo).
Tanto o grupo brasileiro como os internacionais querem fazer com que a Busscar volte a produzir ônibus urbanos e rodoviários em 2017.
No caso de uma das propostas ou as duas serem aceitas pela justiça, por conterem valores superiores ao apresentado pelo grupo brasileiro, devem provocar a realização de um leilão, conforme prevê o edital.
Conforme mostrou o Diário do Transporte, a Justiça aceitou o prosseguimento da proposta de R$ 67,15 milhões do grupo brasileiro pelas três unidades fabris da Busscar. O valor compatível aos 49% da avalição inicial exigidos pela Justiça – (R$ 133.151.088,11).
A compra se daria em 52 parcelas: entrada de 14%, o que equivale a R$ 9,4 milhões, e o restante, R$ 57,74 milhões corrigidos por índice determinado pelo Tribunal de Justiça.
Neste ano, houve três tentativas de leilão de todo o conjunto dos bens e plantas e com a possibilidade também de aquisição de forma isolada, mas não houve apresentação de propostas.
A aceitação não significa que a compra esteja aprovada e sim que os termos da proposta seguem o que foi determinado pelas regras do edital.
Ainda de acordo com a coluna, o juiz da 5ª Vara Cível, Walter Santin Junior, disse que os investidores internacionais propuseram valores bem superiores ao do grupo brasileiro. No entanto, ainda precisam confirmar e provar o interesse pelos bens da Busscar.
A empresa chinesa, por exemplo, apresentou o maior valor: R$ 160 milhões em parcela única para ficar com todo patrimônio da massa falida da Busscar, as duas unidades das fábricas de Joinville e a do Rio Negrinho, além dos bens gerais e equipamentos.
Já o grupo europeu propôs pagamento R$ 73.542.236,13.
Os chineses e os portugueses têm até o dia 27 deste mês para apresentarem a proposta formal e os documentos exigidos pela justiça.
No caso da Liaoyuan Group, a justiça desconfiou do valor muito alto e pede documento emitido pelo governo chinês garantindo que o negócio pode ser realizado de fato. O juiz também quer o estatuto social ou documento equivalente do grupo chinês e um documento oficial que revela composição societária e a procuração para representantes do negócio no Brasil.
A Liaoyuan Road Construction Machinery Co. atua em diversos ramos na Ásia e tem atividades no Brasil nas áreas de energia e portos.
Já os portugueses representam um grupo suíço de investimentos e querem investir em transportes e energia no Brasil.
Nenhum deles atua no ramo de carrocerias e ônibus, mas querem contratar profissionais do mercado brasileiro.
BREVE HISTÓRICO:
A Busscar foi fundada oficialmente como Nielson no dia 17 de setembro de 1946, com iniciativa de Augusto e Eugênio Nielson que começaram uma pequena oficina em Joinville, atuando na construção de móveis e utensílios e fazendo reparos em carrocerias de caminhões e cabines. Em 1948, a Nielson fez seu primeiro veículo de transporte coletivo, uma jardineira – ônibus simples feito de madeira. O veículo da Nielson foi uma encomenda da empresa Abílio & Bello Cia Ltda, que fazia a linha Joinville – Guaratuba, em Santa Catarina.
Foi na época do surgimento empreendimento dos Nielson, que o Brasil começava assistir mais intensamente o crescimento das cidades e também das relações comerciais entre as diferentes localidades. Tudo isso demandava uma maior oferta de transportes. Assim muitos empreendedores compravam chassis de caminhão, como da Ford e da GM, e precisavam transformá-los em ônibus para enfrentar as difíceis estadas de terra e verdadeiros atoleiros. Nesta época, a Nielson & Cia Ltda. tinha o comando do patriarca da família, Bruno, e do filho Harold.
Em 1958, um dos marcos para a Nielson foi o projeto de estrutura metálica para os ônibus.
No início dos anos de 1960, ganhavam as estradas os modelos Diplomata, carroceria de dois níveis que lembravam os Flxibles norte-americanos que, quando foram importados pela Expresso Brasileiro Viação Ltda eram chamados de Diplomata. A Nielson então conquistava definitivamente o mercado.
Nos anos de 1980, Nielson cresce mais e no segmento de rodoviário travava disputa acirrada com a Marcopolo e no segmento urbanos, a briga era com a Caio, praticamente de igual para igual.
A linha Diplomata tinha recebido novas versões e o Urbanuss ganhava atenção dos frotistas.
Por uma estratégia de negócios, a Nielson mudou a marca para Busscar. Inicialmete a marca foi conhecida como Busscar-Nielson. Surgiram os rodoviários El Buss e Jum Buss  e os urbanos da linha Urbanuss.
Em 2002, a Busscar começa enfrentar dificuldades financeiras. A família Nielson alegava problemas motivados pela variação cambial e também dificuldades de créditos, mas já havia também erros administrativos internos. O BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social chegou a realizar empréstimos para empresa, que não foram plenamente honrados. A recuperação não foi plena, havendo novamente outro problema financeiro em 2004. A última crise da Busscar começou em 2008, quando a empresa começou a atrasar salários.
Depois de uma dívida que se aproximou de R$ 2 bilhões, contando juros, impostos e débitos com fornecedores, trabalhadores e bancos, a empresa teve a falência decretada em 27 de setembro de 2012 pelo juiz Maurício Cavalazzi Povoas. A decisão, no entanto, foi anulada em 27 de novembro de 2013, após recursos judiciais. No entanto, os recursos caíram em 5 de dezembro de 2013. A família Nielson chegou a apresentar um novo pedido de recuperação judicial, mas o juiz Luis Felipe Canever, de Santa Catarina, após negativa por parte dos credores, decretou no dia 30 de setembro de 2014, nova falência da encarroçadora de ônibus Busscar, que já foi uma das maiores do Brasil.
Os negócios continuam na América Latina com a atuação em parceira de outros grupos, com destaque para as operações na Colômbia.
A Busscar Colômbia foi formalizada no ano de 2002 sendo fruto de uma aliança entre a indústria local Carrocerías de Occidente, empresa fundada em 1995, e a Busscar Ônibus do Brasil, fundada pela família Nielson em 17 de setembro de 1946.
Foram várias tentativas de leilão da Busscar, três somente em 2016. No dia 8 de julho, terminou sem lance o terceiro leilão da empresa.
No final de outubro de 2016, foi apresentada uma proposta  de compra por R$ 67,15 milhões por um grupo de investidores com o objetivo de retomar as produções em meados de 2017.
Em dezembro do mesmo ano, foi liberado um lote de R$ 18 milhões para saldar parte das dívidas trabalhistas.
Também em dezembro de 2016, dois grupos internacionais, o portuguêsa Imparável Epopeia UniPessoal Ltda e o chinês Liaoyuan Group demonstraram interesse na compra da Busscar
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Com informações Claudio Loetz

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Novos ônibus MAN começam a operar no México

A partir deste mês, o maior grupo de transporte de passageiros do México, a IAMSA, começa a rodar com 55 novos ônibus MAN RR4 26.480. Destes 45 unidades estão configuradas como double decker e outras 10 são com piso normal. As unidades fazem parte de um lote de 181 veículos adquiridos recentemente pela empresa para renovar sua frota de luxo e garantir mais conforto, segurança e melhores custos operacionais.
“O grupo IAMSA é nosso principal cliente para ônibus de fretamento e com piso duplo. Essa encomenda de 181 unidades vem para complementar a frota da empresa com nossa marca de cerca de 2.800 unidades no México. São nossos clientes há mais de dez anos e estamos muito orgulhosos de mais essa demonstração de confiança. Seguimos comprometidos em proporcionar a melhor qualidade de nossos produtos e serviços”, afirma Leonardo Soloaga, diretor geral da operação mexicana da MAN Latin America.
Neste mês, serão entregues 32 ônibus MAN RR4 26.480 com carroceria Marcopolo — montados através de sua filial no México, a Polomex — e outras 13 unidades do modelo com carroceria Ayats. Todos esses veículos são double decker. Além disso, a IAMSA vai começar a operar 10 ônibus do MAN RR4 26.480 com carroceria Irizar e piso normal. Os demais veículos para completar o pedido serão entregues ao longo do primeiro trimestre de 2017.
A IAMSA transporta cerca de 350 milhões de passageiros por ano em 22 estados do México. Os novos ônibus MAN vão percorrer os principais destinos do centro do país e costa do Pacífico, com distâncias entre 500 e 1.000 quilômetros.
“Para assegurar que os passageiros viajem com conforto em trajetos curtos ou longos, de forma muito mais agradável, os veículos MAN contam com assentos mais confortáveis, maior espaço para reclinar a poltrona, sistema de ar condicionado e um bagageiro muito mais amplo”, comenta Leonardo Soloaga. Outro destaque está no seu trem de força: o motor MAN D2676 que equipa os modelos contam com tecnologia Euro 5 e entrega 480 cavalos de potência.

Maior negociação de ônibus do ano no México
A venda desses 181 ônibus MAN foi a principal negociação da montadora neste ano para o segmento no país. Ao todo, serão 140 unidades do MAN RR4 26.480 double decker e 41 chassis com piso normal, sendo 31 do MAN RR4 26.480 e 10 do MAN RR2 19.480. Os modelos de carroceria se dividirão entre Marcopolo, Irizar e Ayats.

FONTE: MAN Latin América 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Scania testa ônibus elétrico de recarga sem fio na Suécia

Fonte: Diário do Transporte

16382-004
Veículo é recarregado em 7 minutos
RENATO LOBO
Um ônibus elétrico híbrido capaz de ser recarregado em sete minutos e sem fio. Esta é a nova tecnologia que vem esta sendo testada pela Scania na Suécia, na cidade de Södertälje.
O projeto se baseia em um equipamento que transmite carga ao longo do trajeto, e outra em um dos pontos de parada. A recarga sem fio utiliza a tecnologia indutiva, a fim de não perturbar a infra-estrutura urbana existente.
bus-wireless-charging-2-410x246
A empresa afirma que sete minutos de carregamento sem fio é o suficiente para dar energia ao veículo por 10 quilômetros.
A montadora aposta no novo veículo em concorrência aos demais elétricos que necessitam de catenárias para recargas.
“A tecnologia de carregamento indutivo é silencioso e invisível. O teste em campo em Södertälje é importante e pode determinar as escolhas que a sociedade terá frente a indústria automóvel, no que diz respeito à eliminação de emissões e redução do ruído do tráfego em ambientes urbanos”, diz Hedvig Paradis, gerente de projeto da Scania.
Renato Lobo, técnico em Transportes Sobre Pneus e Trânsito Urbano