Hoje, o blog Vitor Otávio Bus apresenta uma postagem especial de recordação do Encontro Mensal de busólogos na rua de acesso a Rodoviária Novo Rio, realizado no dia 26 de fevereiro de 2012 com as fotos oficiais como destaque principal do encontro.
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domingo, 24 de setembro de 2017
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
quinta-feira, 21 de setembro de 2017
Ônibus elétrico nos EUA percorre 1772 km com apenas uma carga nas baterias
Foi recorde, segundo fabricante e superou até mesmo veículos pequenos em autonomia
ADAMO BAZANI
Com agências internacionais
As baterias hoje são um dos pontos que mais geram dúvida no mercado em relação aos ônibus elétricos. Preços e autonomia estão entre os principais questionamentos, mas a indústria garante que está resolvendo alguns entraves.
Um estudo internacional divulgado em maio pela Bloomberg New Energy Finance mostra que nos países que já investem eletromobilidade, estes veículos começarão a ser mais baratos que os à combustão a partir de 2025.
Relembre:
Já sobre a autonomia das baterias, uma notícia vem nesta quarta-feira, 20 de setembro, dos Estados Unidos.
A empresa Proterra anunciou que um dos seus modelos, o Catalyst E2 Max, conseguiu percorrer 1.772,2 quilômetros numa área de testes Navistar Proving Grounds, em Indiana (EUA).
O conjunto de baterias armazena 660 kWh.
Antes, o recorde de autonomia de veículos elétricos, segundo agências internacionais, era de um carro leve, que transportou um ocupante apenas e percorreu com uma carga, 1.630 km, segundo as agências internacionais de notícias.
A empresa acredita que num ambiente urbano, de uso mais severo, a autonomia seja menor que o desempenho nos testes e maior que dos modelos hoje em circulação.
De acordo com o diretor executivo da Proterra, Ryan Popple, pela relação custo-benefício, os ônibus elétricos têm sido mais vantajosos que carros.
“Motivados pela maior economia de custos por quilômetro, acreditamos que o caso de negócio para os ônibus elétricos é superior ao de todas as novas aplicações. O mercado do transporte público será o primeiro a fazer a transição completa para os veículos elétricos”
Hoje um modelo de ônibus elétrico da empresa pode ser até 50% mais caro que um similar a diesel, mas segundo a Proterra, pode durar de duas a três vezes mais.
Em 2016, a empresa que começou como uma startup, vendeu 190 ônibus elétricos e, pretende finalizar este ano com mais veículos comercializados.
A Proterra diz que desenvolveu um sistema que preenche o restante das baterias em minutos e faz a recarga completa entre uma e duas horas.
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Fonte: Diário do Transporte
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Maioria da população é contra privatização do Bilhete Único e retirada dos cobradores, diz pesquisa
Mais da metade dos paulistanos acredita que a principal medida do poder público para melhorar a mobilidade é aperfeiçoar o sistema de ônibus
ADAMO BAZANI
Diante da licitação dos transportes coletivos na cidade de São Paulo e do programa de desestatização capitaneado pelo prefeito João Doria, a maioria dos paulistanos é contra a concessão do Bilhete Único para a iniciativa privada e contra a retirada dos cobradores dos ônibus.
É o que aponta a 11ª edição da pesquisa de Mobilidade realizada pela Rede Nossa São Paulo e Ibope Inteligência que ouviu 1603 moradores com idades iguais ou superiores a 16 anos em todas as regiões da cidade entre os dias 27 de agosto e 11 de setembro.
De acordo com os resultados divulgados na manhã desta quarta-feira, 20, 75% dos entrevistados são contrários à retirada de cobradores dos ônibus. Apenas 19% são favoráveis à medida. Já 61% desaprovam a privatização do Bilhete Único. 31% são favoráveis à medida.
O paulistano, segundo a pesquisa, ainda acredita que o poder público municipal é o principal responsável para melhorar a qualidade dos ônibus.
Aumentaram de 41% para 52% os que consideram “melhorar a qualidade do transporte por ônibus” a principal medida a ser adotada pelo poder público para a mobilidade.
Continua alta a aprovação às faixas e corredores de ônibus, mesmo entre os usuários de carro: 7% são favoráveis à implementação ou ampliação de corredores e faixas exclusivas de ônibus – entre os usuários de carro, o percentual é um pouco menor: 82%. A abertura eventual de ruas para o lazer de pedestres e ciclistas, como acontece na Avenida Paulista, tem o apoio de 74% dos entrevistados – 69% entre usuários de carro. E 71% são a favor da ampliação e construção de ciclovias e ciclofaixas – entre os usuários de carro, os apoiadores são 67%.
A pior nota para o sistema foi em relação ao risco de assédio sexual nos ônibus: 2,6, de uma escala de 1 a 10. Os usuários avaliam como principais problemas dos ônibus municipais a lotação (23%), o preço da tarifa (20%), a segurança com relação a furtos e roubos (11%), a frequência do ônibus (9%), a segurança com relação ao assédio e a pontualidade dos ônibus (ambos com 7% das citações).
Confira alguns dos principais resultadis:
- O nível de satisfação com aspectos e áreas dos serviços de locomoção em São Paulo piorou em todos os itens, contrariando uma tendência de melhora que vinha sendo registrada desde 2008. A pior nota ficou para “situação do trânsito na cidade”, que caiu 3,2 para 2,7.
- Faixas de pedestres: para 42% dos paulistanos, elas estão sendo menos respeitadas, enquanto que, para 23% as faixas têm sido mais respeitadas.
- O meio de transporte de uso mais frequente é o ônibus municipal, em primeiro lugar com 47%, seguido do carro (22%), metrô (13%), a pé (8%), trem (4%), transporte particular (Uber, 99 etc.) (2%), ônibus fretado ou intermunicipal (1%), motocicleta (1%) e bicicleta (1%). A freqüência de utilização dos ônibus municipais é alta: 39% o utilizam 5 ou mais dias por semana. São 8% os paulistanos que afirmam nunca utilizar ônibus municipal.
- A adesão ao ônibus como meio de transporte mais frequente não significa aprovação dos serviços. Todos os itens avaliados nos ônibus municipais pela pesquisa ficaram abaixo da média em uma escala de 1 (péssimo) a 10 (ótimo), com notas que variam de 2,6 (para segurança com relação a assédio sexual) a 4,1 (tempo de duração da viagem). Os usuários avaliam como principais problemas dos ônibus municipais a lotação (23%), o preço da tarifa (20%), a segurança com relação a furtos e roubos (11%), a frequência do ônibus (9%), a segurança com relação ao assédio e a pontualidade dos ônibus (ambos com 7% das citações).
- Segurança é também o principal entrave à adesão da bicicleta: 58% sentem-se pouco ou nada seguros ao utilizar as ciclovias ou ciclofaixas de São Paulo e 33% nunca utilizaram esses espaços. Entre os principais aspectos que mais afetam a vontade de usar as ciclovias e ciclofaixas estão os roubos e furtos e o desrespeito dos motoristas (31% e 20%, respectivamente, sempre considerando a soma das menções).
- O percentual de usuários de ônibus poderia ser ainda maior se o transporte público fosse de melhor qualidade. 80% dos paulistanos “com certeza” ou “provavelmente” deixariam de utilizar o carro se tivessem “melhor alternativa de transporte“. O número supera o da pesquisa anterior, que estava em 74%. Os que “não deixariam” de usar o carro mesmo com uma boa alternativa de transporte caíram de 18% para 9%.
- Aumentou de 41% para 52% os que consideram “melhorar a qualidade do transporte por ônibus” a principal medida a ser adotada pelo poder público para a mobilidade.
- 87% são favoráveis à implementação ou ampliação de corredores e faixas exclusivas de ônibus – entre os usuários de carro, o percentual é um pouco menor: 82%. A abertura eventual de ruas para o lazer de pedestres e ciclistas, como acontece na Avenida Paulista, tem o apoio de 74% dos entrevistados – 69% entre usuários de carro. E 71% são a favor da ampliação e construção de ciclovias e ciclofaixas – entre os usuários de carro, os apoiadores são 67%.
- Houve ligeira queda na posse do automóvel: 56% afirmam ter carro em casa – 4% abaixo do registrado nos últimos anos. A mudança é mais acentuada nas faixas mais baixas de renda familiar mensal: entre os que recebem até 2 salários mínimos, o percentual passou de 43% para 30%; entre 2 e 5 salários mínimos, de 69% para 61%. Em contrapartida, a posse de automóvel entre aqueles com renda familiar mensal acima de 5 salários mínimos se manteve estável em relação a 2016 (eram 86% e hoje são 87%).
- Sobre a tarifa do transporte público: 52% afirmam que “sempre” ou “às vezes” deixam de visitar amigos ou familiaresque moram em outros bairros por conta do preço da passagem; mesmo percentual afirma que deixa de ir a parques, cinemas e outras atividades de lazer; 42% não fazem consultas médicas e exames e 28% deixam de ir à escola ou universidade. A economia proporcionada pelo Bilhete Único é, no entanto, a principal razão de uso (23%) entre quem utiliza o ônibus pelo menos uma vez por semana. Em seguida, tem-se ‘a melhor alternativa pra o trajeto que precisa fazer’ (18%), ‘por não possuir carro’ (17%) e, em outro patamar, ‘por causa dos corredores e faixas exclusivas’ (9%). Entre os que nãoutilizam ônibus municipal ou usam com frequência menor do que 2 dias por semana, o motivo mais importante para isso é: 20% usam o carro, 11% alegam que o trajeto do ônibus é muito demorado, 10% que não precisam usar ônibus, mesmo parcela de entrevistados diz que os ônibus são muito lotados e 9% consideram que outro tipo de transporte é mais rápido.
- 75% dos entrevistados são contrários à retirada de cobradores dos ônibus. Apenas 19% são favoráveis à medida.
- 61% desaprovam a privatização do Bilhete Único. 31% são favoráveis à medida.
Dados adicionais:
- Com relação a tempo de deslocamento, a troca do carro pelo ônibus não o afeta significativamente. O tempo médio gasto no trânsito para realizar todos os deslocamentos diários ficou em 2h53. No ano passado, eram 2h58. Entre quem usa carro todos ou quase todos os dias, o tempo médio ficou em 3h09. Entre quem utiliza transporte público, 3h12.
- Também não há diferenças significativas entre usuários de ônibus e de automóvel no tempo médio diário de deslocamentopara a atividade principal. A média ficou em 2h00. No ano passado, era 2h01. Em 2017, 34% dos paulistanos gastam entre 1 e 2 horas para ir e voltar do trabalho ou escola. Entre os que usam carro todos ou quase todos os dias, a média ficou em 2h02. Entre os usuários de transporte público, 2h11. Destaca-se que 17% dos entrevistados afirmaram que estudam ou trabalham em casa ou não precisam sair de casa.
- 45% dizem que o tempo médio de espera no ponto de ônibus varia de mais de 5 a 15 minutos, enquanto 35% declaram que esperam mais de15 a 30 minutos e11%, mais de 30 a 45 minutos.
- Percepção sobre o serviço público de ônibus em relação ao ano passado: 52% avaliam que a lotação aumentou, 40% afirmam que o tempo de espera está maior e 39% que o tempo da viagem está maior. Com relação ao conforto, 31% consideram que ele diminuiu no último ano.
- Percepção sobre o corte de linhas de ônibus: 41% afirmam que não houve cortes, 38% dizem que houve;; e 21% não sabem ou preferem não opinar a respeito.
- Uso do automóvel: 36% afirmam utilizá-lo “todos os dias” ou “quase todos os dias”, seja dirigindo ou de carona/táxi/aplicativos (como Uber, Cabify, EasyTaxi e 99); 36%, “de vez em quando”; 17%, “raramente”. 11% não o utilizam.
- A frequência do uso do automóvel nos últimos 12 meses que quase 4 em cada 10 entrevistados (38%) dizem que usam o carro com “menor frequência”; parcela semelhante diz usar com “frequência igual”; e cerca de 2 em cada 10 (22%) usam o automóvel com “maior frequência”.
- Aumento das velocidades máximas nas marginais: 56% são favoráveis, enquanto 38% são contra. No entanto, 40% acreditam que a medida contribui muito para os acidentes de trânsito envolvendo motoristas e motociclistas; 37%, para os atropelamentos de pedestres e ciclistas; e outros 37%, para as mortes no trânsito.
- Poluição: 59% dos entrevistados afirmam que tiveram problemas de saúde (ou alguém da sua casa) relacionados à poluição do ar. No ano passado, eram 64%.
- “Saúde” continua em primeiro lugar desde 2008 como a “área mais problemática da cidade“, com 71% de menções (um aumento em relação ao ano passado, que contabilizou 58% do total menções). Em segundo lugar, “segurança pública” tem 45% das menções, “educação” (44%), “desemprego” (42%) e, em outro patamar, “transporte coletivo” (24%) e “trânsito” (17%).
Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes
Fonte: Diário do Transporte
Viação Galo Branco renova frota com 10 ônibus Marcopolo
A Viação Galo Branco S/A, operador de transporte de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, adquiriu mais 10 ônibus Marcopolo dos modelos Audace e Torino. Os novos veículos serão utilizados no transporte urbano de passageiros da cidade e municípios vizinhos em serviços seletivos bem como linhas regulares de curta distância.
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| Modelos Audace e Torino proporcionam maior conforto, segurança e menor custo de operação. Foto: Douglas de Souza Melo. |
As oito unidades do Marcopolo Audace desenvolvidas para a Viação Galo Branco S/A representam uma solução diferenciada para os segmentos de serviços seletivos bem como linhas regulares de média e curta distâncias. Com chassi Mercedes-Benz OF 1721, o modelo tem capacidade para transportar 46 passageiros em poltronas executivas com 1.030 mm de largura e descansa-pés e conta com sistema de ar-condicionado, câmeras de monitoramento, rádio com MP3 e itinerários eletrônicos.
Internamente, os novos ônibus são equipados com porta do tipo In-Swing, que se desloca para a parte interna do veículo e oferece maior segurança e funcionalidade na operação, além da escada com novo desenho dos degraus, que tornam a entrada e a saída mais confortáveis e agradáveis. A segurança também é garantida pelos corrimãos posicionados de forma mais acessível e iluminação em LEDs.
As duas unidades do Torino têm capacidade para transportar 37 passageiros sentados. Desenvolvidos para oferecer mais conforto para os passageiros e eficiência operacional para os frotistas, possuem maior largura interna, que garante amplo espaço para circulação, iluminação interna em LEDs, portas eletropneumáticas, sistema multiplex, rádio com MP3, itinerário eletrônico e ar-condicionado.
O Torino possui conjunto óptico dos faróis em bloco único, com luzes de sinalização diurna em LEDs, que proporcionam mais segurança no trânsito urbano e sistema de ventilação que garante melhor escoamento do ar no interior do veículo.
Secco Consultoria de Comunicação.
Secco Consultoria de Comunicação.
Fonte: O Brasil sobre Rodas
sexta-feira, 15 de setembro de 2017
Série extintas: Viação Santa Sofia
Hoje continuamos no blog Vitor Otávio Bus a série Extintas com a Viação Santa Sofia, empresa que atuou nas linhas internas da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, e operava a antiga S-11(atual 358) operada em T.U (Turno Único) pelas empresas Transportes Campo Grande, Jabour e Barra
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
Volare lança website mais prático e intuitivo
A Volare, líder brasileira na produção de veículos leves para o transporte de passageiros, lança seu novo site que ganha layout moderno e permite navegação rápida e dinâmica, atendendo as necessidades dos clientes, admiradores, imprensa e demais usuários.
“Buscando estar atualizado com as tendências digitais o novo website foi desenvolvido para todos os tamanhos de tela, conta com sistema de geolocalização indicando a concessionária mais próxima do cliente e também foi priorizada a melhor apresentação dos produtos, com visualização das primeiras informações em apenas um clique”, explica João Paulo Ledur, Head do Negócio Volare.
Descubra mais sobre a Volare. Acesse www.volare.com.br.
Fonte: O Brasil sobre Rodas
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